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Nuspirit Helsinki é um grupo de músicos e djs da Finlândia, com influências do grupo alemão Jazzanova. Em suas músicas percebemos as variedades da música eletrônica aliada à intrumentos acústicos e com um suave sotaque erudito. A mescla de gêneros como o jazz, soul e música latina fazem do Nuspirit uma banda diferenciada com forte tendência para o Nu Jazz (jazz eletrônico ou jazz do futuro).
Em "Trying" destaco a linha de baixo, as viradas de bateria (um bom exercício e tentar acertar quando o batera fazerá a virada), a harmônia jazzistica do piano e o tempo onde a contagem que é de 4 tempos passar a ser 3 tempos em um compasso e 5 tempos no compasso seguite, e assim sucessivamente.

Vamos de som Brazuca agora. Essa banda foi-me indicada por ninguém menos que Nilton Wood e Celso Pixinga, e é formada por:
Marabeau - Vocal
Oswaldo Amorim - Bass
Genil Castro - Electric Guitar
Elias Caires - Drums
Vale a pena conferir pois raríssimos brasileiros tocam jazz como eles.
Nessa música você observa as variedades rítmicas da bossa nova para o jazz que com certeza orgulhariam muito o grande Cole Porter.
Não há palavras definam Bjork, muito menos frases ou textos. Ela simplesmente é o que é. Basta ouvir para sentir seu universo sonoro. Mas não são apenas suas músicas que têm toque de genialidade, seus clipes também. Mas isso é assunto para um próximo post onde abordarei o grande
diretor/cineasta Michael Gondry.
Curta então duas músicas na versão acústica, ambas do álbum MTV Unplugged, e aprecie sua variedade rítmica e percussiva.


Como ainda tô "fora de forma" no meu blog prefiro voltar com um som sensacional, popular e que poucos dão atenção.



Essa dupla de cantores de hip hop da Georgia, EUA, sempre me encantou com suas belas produções e ótimos clipes, até mesmo quando a música não era lá essas coisas. Trago aqui a música "Roses", de 2004, onde com uma harmonia "ousada" e diferente para o estilo hip hop chamou a atenção de inúmeros pianista, e um desses você acompanha logo abaixo.
Até os próximos posts!


Há Tempos, assistindo videos de festivais musicais (principalmente de jazz) pelo mundo afora, venho desejando festivais desse nível no Brasil. Coincidentemente, com o crescimento da economia brasileira, o país tornou-se mais respeitado e bem visto lá fora. Nos últimos dois anos a quantidade de shows internacionais e de qualidade aqui dentro têm aumentado, e justamente há dois anos a Telefônica criou um projeto chamado Open Jazz, trazendo os melhores nomes do gênero em shows gratuitos em São Paulo. A primeira edição contou com a talentosa Diana Krall (e eu estava lá) e teve um repercussão enorme, apesar da má organização e do sol escaldante. Talvez nem mesmo a Telefônica acreditasse que o evento tomasse tamanha proporção, afinal, mesmo com as criticas o saldo final foi positivo. E, no dia 29/11/09 foi realizada a quarta edição do evento, desta vez bem mais organizado, mesmo com pequenos atrasos, e em um horário diferente: às 16:00hs. O resultado é que pude apreciar a dívina voz de uma das maiores cantoras de jazz que já ouvi: Dianne Reeves! Outro grande nome a se apresentar foi o guitarrista norte-americano Buddy Guy.
Assim como a Telefônica já o faz, gostaria que outras grandes empresas criassem eventos desse porte, pois todos saem ganhando, a empresa e a sociedade!